quinta-feira, 16 de julho de 2009

Editorial 11/07/2009


Já faz alguns anos que vivo neste mundo. Meus pais, desde cedo, me ensinaram o quanto é importante ser uma pessoa direita. Cresci sabendo que quem é direito tem direito, e que para ser feliz é preciso dar felicidade para os outros.
Só que a cada dia que passa, descubro que não é bem assim que acontece.
Hoje quando se fala em político lembra-se apenas dos sacanas. Vemos a todo o momento políticos que levam só a fama, não é feito nada por mais que seja provado que ele é bandido.
Se a gente não paga imposto vira um Deus nos acuda, para o funcionário público se sonegar, qualquer coisinha e a malha descobre, ele está frito, pode até perder o emprego.
Ah! Mas eu estou falando dos pequenos funcionários, ok?
Porque quando falamos dos trilionários secretários, deputados, senadores, entre outros a coisa é diferente. Se for político então...
Quem sabe se eu comprar um castelo... hum... e depois explicar que eu não tinha o conhecimento que era necessário declará-lo ao leão, talvez eu possa sair impune.
Só lembrando que todos nós temos necessidade de participar da política, não digo nos cargos públicos, mas em nossa casa, trabalho entre outros, se não tivermos política não conseguimos viver.
Mas mesmo assim acredito que quem é direito não faz isso.
Eu creio que o mais difícil para quem está no topo seja saber se o outro é amigo ou não. Já pensou, o cara vai à tua casa, come sua comida e depois te denuncia?
Que loucura...
Outros têm pai, mãe, tia e tudo mais que uma família pode ter dentro de seus gabinetes e são capazes de mudar o sobrenome para não parecer nepotismo.
E o povo só querendo saber de futebol. Imagine a situação, se só torcida do Corinthians, eu disse só uma torcida, usa-se toda aquela garra que mostra nos estádios, usa-se também para pedir as contas ao governo paulista, por exemplo, creio que melhoraria muito nosso estado. E assim em todas as esferas.
Já imaginou aquela torcida enorme da seleção brasileira no planalto central, pedindo contas aos deputados e senadores? Os políticos acabariam precisando usar fraldas plásticas.
Mesmo assim, eu ainda continuo acreditando que ser bom (não é bonzinho, bonzinho é coisa de político), é a melhor solução.
E por isso convoco a população para participar mais da vida política de Pirajuí tanto na câmara como na prefeitura. Temos que ter o mesmo furor pela cidade que temos pelo nosso time.
E claro sempre buscando sermos bons e bons a todo momento.
Ou então, parafraseando Silvio Brito "Pare o mundo que eu quero descer".

3 comentários:

Yasmim ou Flor =) disse...

fantastico!vai ser mais facil parar o mundo p quem quizer descer do q mudar essa situação.Pq falta EDUCAÇÃO p o povo e isso os "la de cima" n querem; preferem o povo ignorante, dando mais importancia ao futebol e tals

Yasmim ou Flor =) disse...

essa ai sou eu DORA q acabei de deixar esse comentario e foi no nome de minha filha Yasmim.

Vera Lúcia disse...

Karina!!
Parabéns pelo blog da semana.
A sua comparação é justa, mas acredite, as torcidas vêem o que acontece nos 90 minutos de jogo, ja nas prefeituras, governo e na presidência...ah.....quem somos nós ...nada sabemos.....o muito ficamos sabendo de alguns escândalos, para que saibamos que tem alguém querendo puxar o tapete do outro, mas quem garante que esse tem o rabinho limpo.
É tudo uma questão de perceber....
mas na verdade precisaria parar o mundo que eu também quero descer